Domingo, 30 de Novembro de 2008

Promiscuidade

Ao domingo é dia de descanso...

publicado por salvoconduto às 02:50
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Sábado, 29 de Novembro de 2008

A Indiferença mata

CIDADES PARA A VIDA – À semelhança dos anos anteriores, a AI (Amnistia Internacional) lançou um apelo a todos os municípios portugueses: a 30 de Novembro, Domingo, iluminem o pelourinho ou um local de igual importância simbólica, mostrando assim que são contra a pena de morte e a favor da vida.

Esta forma cruel e desumana de punição foi abolida em Portugal em 1867, para crimes civis, e em 1976, para crimes militares, mas é importante lembrar que 60 países no mundo continuam a executar pessoas, algumas inocentes, outras por crimes como o adultério ou roubo.

Trinta cidades portuguesas já aceitaram o desafio lançado pela AI Portugal e pela Comunidade de Sant'Egidio e a 30 de Novembro vão ajudar a dar luz à ideia de acabar com a Pena de Morte em todo o mundo. Veja a lista das "Cidades para a Vida – Cidade Contra a Pena de Morte" aqui e participe nas actividades locais.

 

DIGA NÃO À PENA DE MORTE – Este Domingo, 30 de Novembro, enquanto as cidades se iluminam para mostrar que são contra a Pena de Morte (ver notícia anterior), cada um de nós, individualmente, pode também ajudar a dar luz a esta ideia. Assine o Apelo que exige que seja feita uma Moratória à Pena de Morte (ver aqui), abolindo assim em todo o mundo esta forma de punição. Pode assinar online aqui ou em papel aqui.

Caso tenha acesso a um estabelecimento comercial, de ensino ou outro, pode ainda disponibilizar a todas as pessoas a versão em papel do Apelo. Para mais informações escreva para l.marques@amnistia-internacional.pt ou Amnistia_Internacional@mail.vresp.com

A minha cidade, como sempre, alheia-se destas coisas...

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Sexta-feira, 28 de Novembro de 2008

Sevilha e o rei de Espanha...

Trinta e três anos e um dia depois da sua morte, Francisco Franco Bahamonde foi despojado de todos os reconhecimentos, medalhas da cidade ou títulos honoríficos que um dia lhe deu, acrítica e imerecidamente o município sevilhano.

Foi uma iniciativa da Izquierda Unida, apoiada por unanimidade do plenário municipal.

"A actual corporação democrática não podia aceitar que o responsável de milhares de assassinatos e crimes políticos, genocida, ditador e golpista, mantenha as honras que se reservam para outros que deram valores positivos à cidade".

"Àqueles que deram a sua vida e que são deste município, a começar pelo Alcaide Republicano D. Horacio Hermoso Araujo, e a totalidade da corporação que existia no momento do golpe militar e um número importante de funcionários e empregados públicos fuzilados pelo facto de defenderem a legalidade constitucional";

"Aquelas pessoas de 1936, alcaides, conselheiros e empregados públicos do Município de Sevilha, que perderam a vida vilmente assassinados pelo ódio e a intolerância gerados por aquele militar sublevado à ordem republicana. Quem tanto dano provocou a este país em geral, mas também a esta instituição em concreto, não merece as honras precisamente deste consistório", assinala a IU, em homenagem "a quantos morreram, mas especialmente a estas pessoas, não podemos senão restaurar a sua memória e recuperar a dignidade democrática arrancando os imerecidos reconhecimentos que esta cidade proporcionou ao ditador".

Enquanto isto acontece em Sevilha, 33 anos depois da morte do sanguinário ditador, a Casa Real de Espanha mantém na sua página na Internet uma mensagem de reconhecimento e gratidão para com Franco. Assinala o comunicado, emitido pelo herdeiro de Franco: "...que com tanta dedicação e entrega, deu-nos um exemplo único de amor a Espanha e sentido da responsabilidade".

33 anos depois da morte de Franco o rei de Espanha não mostra respeito por aqueles que tombaram às mãos da ditadura. Não é pois de estranhar que também recuse a abertura das valas comuns onde jazem milhares de inocentes, para quem as famílias reclamam, em vão, o direito de terem um túmulo.

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Quinta-feira, 27 de Novembro de 2008

Sinal inquietante

O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, manterá Robert Gates, a pessoa designada por George W. Bush como Secretário da Defesa.

Gates foi designado para encabeçar o Pentágono em 2006, depois da demissão de Donald Rumsfeld. Anteriormente foi director da Agencia Central de Inteligência (CIA) entre 1991 e 1993.

Depois da nomeação de Hillary Clinton como Secretária de Estado é caso para dizer-se que em termos de política externa e militar o futuro não augura algo de bom.

Não se impunha uma limpeza na pasta da defesa depois destes horrorosos oito anos?

Que alterações significativas decorreram desde a saída de Donald Rumsfeld em termos de política militar?

Diz-me com quem andas...

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Quarta-feira, 26 de Novembro de 2008

Afinal quem é Laurent Nkunda?

aqui abordei o genocídio que actualmente decorre nas terras do Congo em que Laurent Nkunda desempenha o papel de actor principal. Quem é afinal este homem, Laurent Nkunda, o carniceiro do Kivu, o “general” sanguinário que dirige a rebelião no Congo e que faz tremer as populações?

O general Nkunda é um homem pleno de contradições: é um habitante da selva, cortês; um chefe da guerra, cristão evangélico; um estratega militar, cerebral, capaz de terríveis atrocidades; um protector tribal e pai de seis filhos, que rapta crianças para o seu exército; um patriota, que se bate contra a república democrática do Congo (RDC) e lhe rouba os recursos.

Este homem de 41 anos justifica os seus ataques afirmando que deve proteger a minoria tutsi. Os seus 4.000 soldados, bem treinados e disciplinados, deixaram os seus feudos nas montanhas, atravessaram os vulcões e as aldeias do norte do Kivu e chegaram a alguns quilómetros de Goma, um vila provincial poeirenta, repleta de refugiados. As forças governamentais, derrotadas, empreenderam a fuga, e os soldados da ONU não conseguiram impedir a progressão das tropas rebeldes.

Nkunda fez os estudos de psicologia antes de se juntar, em 1993, ao exército rebelde de Paul Kagame, hoje presidente do Ruanda. Os dois homens conservam estreitas relações e muitos reprovam o Ruanda por apoiar a rebelião do general Nkunda. Kagame desmente estes rumores, mas ele tem suficiente influência para travar o general se assim o quisesse.

Para além disso, torna-se claro que os homens de negócios e os dirigentes políticos ruandeses tiram proveito do controlo que Nkunda exerce sobre uma parte do Congo.

Em 1994, o general Nkunda e Kagame, ambos tutsis, combateram lado a lado para fazer recuar as milícias hutus, responsáveis pelo genocídio ruandês, em direcção ao vizinho Zaire.

Na guerra que se seguiu, o general Nkunda tornou-se num chefe do exército rebelde, ajudou o Zaire a derrubar do poder, em 1997, o presidente Mobutu Sese Seko. O Zaire foi então rebaptizado de República Democrática do Congo. A reputação de crueldade do general Nkunda reforçou-se à medida que o Ruanda, o Uganda, o Zimbabué e Angola se juntavam aos combates.

Em 2002, o general reprimiu uma revolta em Kisangani, uma cidade comercial de primeira importância outrora conhecida sob o nome de Stanleyville e situada num dos meandros do Congo. Mais de 160 pessoas foram executadas, algumas atadas de pés e mãos foram lançadas ao rio do alto de uma ponte, o que valeu ao general a alcunha de "carniceiro de Kisangani".

Em 2003, no quadro de um acordo destinado a pôr fim a um conflito que tinha já feito 3 milhões de vítimas, Laurent Nkunda foi nomeado general do exército congolês, mas o acordo não resultou. Centenas de milhares de mulheres foram violadas e dezenas de milhares de crianças raptadas para combater. Nkunda recusou-se a colocar-se sob a autoridade de Kinshasa, acusando o governo de não ter desarmado as milícias hutus que se encontravam no leste do país.

Em Junho de 2004, as suas tropas cercaram e invadiram Bukavu, uma cidade outrora duma grande beleza situada na margem meridional do lago Kivu. Decretando que devia proteger a população tutsi dos ataques de outras etnias,  ordenou aos soldados que passassem ao ataque e estes violaram mulheres e crianças, executaram civis e pilharam as habitações e as casas comerciais. Em 2008 é o que está à vista.

Tudo isto tem-se passado com uma certa complacência dos governos ocidentais, tal como já acontecera no Ruanda, mais preocupados nas riquezas minerais do Congo do que com o sanguinário Nkunda, possuidor do curriculum que vos acabo de descrever.

 

Fontes: The Times

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Terça-feira, 25 de Novembro de 2008

Venezuela: ganhou a proposta socialista.

 

 

Um facto que passará despercebido nos nossos jornais. Tão lestos a comentar notícias desde que em desfavor do povo da Venezuela mais uma vez se calam. E não é motivo para menos, aquele povo, "burro" como é, deu mais uma vitória aos partidários do Socialismo do século XXI, em eleições livres, democráticas e com uma participação histórica.

A Venezuela elegeu este Domingo 22 governadores, de 23 estados, e 328 alcaides, numas eleições regionais consideradas "chaves" para a oposição e para o Governo.

O PSUV conquistou 17 das 22 regiões em disputa. Nas eleições regionais de há quatro anos, a oposição ficou com dois governadores (Zulia y Nueva Esparta), a que se juntaram mais tarde cinco governadores chavistas que se demarcaram das directrizes do partido de Chavez.

"Conseguimos recuperar quatro estados que tinham sido perdidos por traição", disse o vice-presidente do PSUV, Alberto Müller Rojas, sobre os chavistas rebeldes de Barinas, Guárico, Aragua e Sucre. "Isto dá-nos força para seguir com o nosso projecto político", acrescentou este general retirado.

"Hoje, a vitória é da Venezuela. O caminho democrático escolhido pelo povo foi ratificado", afirmou Chávez num discurso após a divulgação dos resultados. O presidente apontou a presença recorde dos eleitores nos últimos anos como um sinal de que a democracia do país é saudável.

Quem pode dizer que há uma ditadura na Venezuela? Quem é que não respeita a decisão de um povo?

Foi ratificado o caminho democrático que o povo escolheu, e não é a democracia de antes, de elite, restrita, que não foi uma verdadeira democracia. Goste-se ou não a Venezuela segue o seu próprio caminho.

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Segunda-feira, 24 de Novembro de 2008

Uribe atolado até ao pescoço

aqui falei da sistemática matança de inocentes na Colômbia às ordens de Uribe. As denúncias continuam, de um dia para o outro, o rapaz que ganhava a vida como "estátua" num parque de Neiva o exército fê-lo aparecer como um guerrilheiro morto em combate. Enquanto, o país assiste horrorizado à denúncia de 1.155 vítimas de execuções como esta, a Procuradoria Geral da Nação investiga por todo o território colombiano.

Acusam-se as forças públicas de registar como guerrilheiros, caídos em combate, pessoas inocentes, os chamados "falsos positivos". Mais de 3.000 agentes das Forças Armadas são investigados, incluídos generais.

Álvaro Uribe gastou grande parte da sua política de segurança a combater a guerrilha, primeiro, num sistema de recompensas a civis que informariam sobre guerrilheiros, o qual gerou uma rede de delinquência ou negócio de mortos, e, segundo, na estratégia de privilegiar os incentivos militares segundo o número de baixas em combate.

Mais 13 militares foram destituídos por este escândalo, que se juntam aos 27 membros do Exército que já foram revelados há três semanas. Com estas destituições e a renúncia do comandante do Exército, Mario Montoya, responsável da operação em que foi libertada Ingrid Betancourt em Julho, o Governo, afirma o procurador, "pretendeu salvar a sua responsabilidade perante o Tribunal Penal Internacional". "Esta prática sistemática e generalizada, configura um delito de lesa humanidade", acrescentou.

Não são casos isolados. Em Neiva, coberto de branco da cabeça aos pés, Miller Andrés Blandón dirigia-se ao Parque Cívico para ganhar a vida como estátua humana. Tinha saído há pouco tempo de um centro de desintoxicação de drogas e convertido a Casa de Apoio ao Habitante da Rua como seu refúgio, disse o coordenador do programa, Antonio Torres. Em 17 de Julho, Blandón dirigiu-se ali para comer. Quando os indigentes terminaram, chegaram dois homens e ofereceram-lhes trabalho como apanhadores de café. Só três deles acreditaram na história e foram, dizem, "colher café".

No dia seguinte, as notícias do meio-dia davam conta que três guerrilheiros tinham caído em combate nas montanhas dos Andes do município de São José de Isnos.

Ao entardecer, um dos membros da Procuradoria que fez o levantamento dos cadáveres encontrou na carteira de uma das vítimas o seu documento de identidade: Miller Andrés Blandón, e um número de telemóvel. Chamou, e a segunda esposa do seu avô, Silvia Segura, negou que esse homem de 24 anos fosse guerrilheiro.

Os outros dois indigentes continuam enterrados como não identificados. Igual a muitos dos casos investigados em 14 departamentos, já que as pessoas procuradas não são da região, sequestram-nas, transportam-nas para longe da sua zona e logo o Exército as regista como guerrilheiros caídos em combate para evitar que alguém as reclame.

A Colômbia converteu-se num território minado por Uribe, ante a contínua denúncia destas execuções. A situação é de tal modo escandalosa que, dias antes da sua eleição como presidente dos Estados Unidos, Barack Obama viu-se obrigado, num dos debates da campanha, a assegurar que não celebrará com a Colômbia o Tratado de Livre Comércio

enquanto não houver garantias de respeito pelos direitos humanos.

São 1.155 mortes que a procuradoria investiga, como o caso de Miller Andrés Blandón, de indigentes, drogados ou marginais, mais outras 2.000 denunciadas por outras instituições. Tudo para cumprir com os resultados pedidos, obter ascensão na carreira, condecorações ou, simplesmente, para desfrutar de licenças em dias especiais. Ocorreu no Dia da Mãe de 2007, quando no Batalhão de Infantaria 31, o soldado Luis Esteban Montes advertiu infrutiferamente o seu comandante de que a pessoa que os seu companheiros tinham sequestrado, com o fim de fazê-la passar por um guerrilheiro morto, era o seu irmão.

Segundo as estatísticas do próprio governo, quando Uribe chegou à presidência, na Colômbia havia 15.000 homens das FARC. Segundo essas mesmas fontes, nestes seis anos desmobilizaram-se, foram capturados ou morreram em combate 55.000 guerrilheiros. As contas não encaixam. 45 milhões de colombianos interrogam-se perplexos se acaso vale tudo.

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Sábado, 22 de Novembro de 2008

Os amigos são para as ocasiões

Por certo estarão recordados do lançamento do livro de José Sócrates, como é que se pode esquecer tão relevante evento.

Quem deu nas vistas foi Dias Loureiro que fez questão de sublinhar que Sócrates era uma pessoa de afectos. Tinha razão e a prova está aí. O parlamento não pode ouvir Dias Loureiro porque Sócrates afectuosa-mente não deixa.

Costuma dizer-se uma mão limpa a outra...e até a Judite de Sousa dá uma ajuda, na grande entrevista.

Oliveira e Costa, à cautela, divorciou-se e colocou toda a sua fortuna nas mãos da "ex-mulher".

Dias Loureiro diz que não sabe de nada e, à cautela, vendeu todas as acções e tirou todo o dinheiro que tinha no BPN.

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Sexta-feira, 21 de Novembro de 2008

Retrocesso na luta contra as alterações climáticas

A luta da União Europeia contra as alterações climáticas terá que esperar no mínimo até 2010, ante a resistência explícita de uma dezena de países que não aceitam que se fixem estratégias, nem estão dispostos a assumir os sacrifícios necessários para alcançar os objectivos que eles mesmos marcaram há um ano. A Itália e a Polónia inclusive esgrimiram com a ameaça do veto.

Desde a Alemanha à Itália, passando pelos bálticos ou a própria Polónia, dez países dizem estar "conscientes" da importância global da luta contra o fenómeno e da necessidade de abordá-lo, mas...

Sob a presidência alemã, os governantes comunitários comprometeram-se no ano passado a baixar até 2020, em 20%, a emissão de gases de efeito de estufa registada em 1990.

A Itália de Silvio Berlusconi disse não estar disposta a fazê-lo, quando a China ou os Estados Unidos não cortam as suas emissões", segundo o próprio primeiro ministro italiano, que esgrimiu a palavra veto.

O que me faz confusão é por que raio estabeleceram estas metas se não estavam dispostos a cumpri-las? É que só decorreu um ano desde que as fixaram...É bonito tomar decisões para os jornais e para a fotografia, mas na hora de as levar a cabo, está quieto, que o faça quem vier atrás...

Já o argumento de Berlusconi é digno de si próprio, isto é, porque não cuspir para o chão se outros o fazem?... Porque não usar gasolina com chumbo se outros no mundo o fazem?

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Quinta-feira, 20 de Novembro de 2008

Mal-amados

 

Quem havia que dizer que esses mal-amados dos imigrantes haveriam de garantir as pensões dos europeus?

Em Espanha, país que já elaborou um estudo sobre essa matéria, verifica-se que o sistema de pensões não entrará em défice, motivado pelo envelhecimento da população, graças aos descontos dos imigrantes para a Segurança Social.

A continuar com o actual sistema, o governo espanhol prevê, para além disso, que o fundo de reserva da Segurança Social, actualmente de 60.000 milhões, não será utilizado até 2023, oito anos mais tarde que o previsto no último relatório.

A melhoria, segundo o governo, ficou a dever-se, entre outras coisas, graças à chegada de imigrantes.

Com estas previsões, o governo espanhol afirma que o prazo de manobra para consolidar uma reforma no sistema de pensões fixa-se para muito depois de 2029.

Panorama que por certo será comum aos restantes países europeus. Já imaginaram como ainda poderia ser melhor se os patrões que os têm ao seu serviço os legalizassem e fizessem os respectivos descontos para a Segurança Social, como é seu dever?

publicado por salvoconduto às 00:01
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