Sábado, 30 de Abril de 2011

De luta, mais do que nunca

 

 

 

 

 

 

publicado por salvoconduto às 14:58
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Sexta-feira, 29 de Abril de 2011

Figurinhas e figurões

 

 A figurinha de quem falo hoje por certo já não terá peito que chegue onde se possa pendurar mais uma medalha, uma comenda, é de Cuba está bom de ver, terra de revolucionários mas também de falsários.

 

Yoani Sanchez faz parte dos últimos, é o seu ganha-pão. A última foi a frase que lançou no Twitter: "Sabe a empresa hoteleira NH que o hotel Parque Central que opera em Havana discrimina os nacionais cubanos no acesso à Internet?"

 

A frase correu mundo reenviada a toda a velocidade, bem vistas as coisas Cuba também ficava uma vez mais na berlinda. Quem não achou piada foi a cadeia de hotéis NH que de repente ficou com uma bomba-relógio que ameaçava explodir a qualquer momento. Os danos ameaçavam ser enormes para aquela cadeia de hotéis nos quatro cantos do mundo.

 

Valeu-lhes o sangue frio e a rapidez com que actuaram na resposta à blogueira. Desmentiram a mensagem no próprio Twitter, responderam, um por um, a todos os que fizeram eco da frase, começando pela própria Yoani Sanchez e trataram de acalmar por telefone os ânimos mais exaltados daqueles que poderiam causar mais dano à imagem daquela empresa.

 

E sabem vocês como os acalmaram? Com a verdade, é que aquela empresa pura e simplesmente não opera em Cuba!

 

Já sei, já sei que a esta hora haverá para aí uma alminha a desculpá-la, coitada, enganou-se, que o meu mau feitio é que não me deixa ver as coisas. Deixem-se de tretas que para esse peditório eu já dei há muito.

 

Ainda não faz um ano que Yoani Sanchez denunciava que a "sua conta no Twitter fora bloqueada pelo governo cubano”. Então como agora a mensagem correu mundo, obrigou mesmo o vice-ministro cubano para a Informática e Comunicações, José Luis Perdomo a vir a público declarar que “Cuba não bloqueia o acesso de nenhum cidadão ao envio de mensagens para as redes sociais na Internet, como o Twitter ou Facebook e isso é uma calúnia que se levantou contra o nosso país”.

 

Foi o próprio Twitter que veio a público dar razão a Cuba, reconhecendo que aquele governo nada tinha que ver com o assunto e assumia a responsabilidade absoluta pela suspensão temporária do serviço a todos os utilizadores de Cuba.

publicado por salvoconduto às 00:29
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Quinta-feira, 28 de Abril de 2011

Os erros pagam-se caro

 

 

Eu até posso entender que a vida pode não estar fácil para Hugo Chavez, que lhe fazem a vida negra naquela região, como não estará igualmente fácil, nunca esteve, para  Rafael Correa do Equador, Fernando Lugo do Paraguai, José Mujica do Uruguai, Dilma Rousseff do Brasil, Raul Castro de Cuba, Cristina Kirchner da Argentina, Evo Morales da Bolívia, Daniel Ortega da Nicarágua ou Mauricio Funes de El salvador, mas uma coisa tenho por certa, quando se cede às forças mais retrógradas da América-Latina, seja na Venezuela ou na Colômbia, o futuro não será muito risonho.

 

Pior ainda quando se trai um "compagnon de route". Para quem porven-tura não esteja a perceber esta prosa eu explico. O governo de Hugo Chavez acaba de entregar ao seu homólogo na Colômbia Joaquim Perez Becerra ex-vereador da União Patriótica no município de Corinto, Colômbia, um dos poucos sobreviventes do extermínio de mais de 5.000 militantes daquela organização, promovido nos anos noventa pelo estado terrorista colombiano.

 

Joaquim Perez Becerra foi obrigado a fugir das perseguições na Colômbia e a exilar-se na Suécia. A sua mulher foi sequestrada e assassinada pelo grupos paramilitares que semearam o terror naquela zona.

 

Actualmente, Perez era director do portal de notícias ANNCOL, especiali-zado em informações alternativas sobre a luta do povo colombiano, nomeadamente sobre as FARC, e tinha uma vida legal na Suécia, cidadão de pleno direito, onde exercia o jornalismo.

 

Era procurado pelos serviços de inteligência da Colômbia, como muitos outros activistas que se exilaram no estrangeiro escapando de uma morte mais que traçada a régua e a esquadro.

 

Foi preso quando desembarcava no Aeroporto Internacional Simon Bolívar de Maiquetia da Venezuela procedente da Alemanha. A Interpol apesar de ter um mandato de busca emitido pela Colômbia nunca ousara prendê-lo na Suécia que lhe concedeu asilo político e cidadania.

 

Ao entregar um activista sueco-colombiano às forças mais reaccionárias da América Latina, Hugo Chavez poderá estar igualmente a "entregar-se".

 

Sei que este é um tema pouco abordado por uns, evitado por outros. Não sei se Joaquim Perez Becerra tem ou teve ligação directa com as FARC, não é essa para mim a questão principal neste caso.

 

Se foi entregue por se tratar de um "terrorista", à luz do governo colombiano, Hugo Chavez que se cuide, tantos são os países que igualmente o qualificam com o mesmo adjectivo...

publicado por salvoconduto às 00:20
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Terça-feira, 26 de Abril de 2011

Aproveitem miseráveis...

 

 

 

Em crescendo, o terreno está limpo é só avançar. Mais uma proposta do grupo de notáveis do PSD "Mais Sociedade" que se constituiu em órgão consultivo de Pedro Passos Coelho, para que àqueles que tiverem a desdita de cair no desemprego lhes seja aplicado um castigo por deixarem que o azar lhes batesse à porta. Verão no futuro as suas pensões de reforma diminuídas, já falta pouco para o tronco e a chibata...

 

Um dia apenas, um dia depois das celebrações de Abril, um dia depois de quatro figurantes terem discursado em Belém apelando à "razão e ao bom senso", eles aí estão a responder, a demonstrar que que compreenderam perfeitamente a mensagem dos quatro que foram os "garantes" de 37 anos de governação que aqui nos conduziu.

 

Os aplausos à genial proposta estão em inúmeros blogs, os mesmos que soltam cobras e lagartos perante ideia de se pretender convencer o sector financeiro a canalizar parte dos fundos dos Planos Poupança Reforma para investimentos em títulos soberanos.

 

publicado por salvoconduto às 23:09
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Ele há coisas do camandro III

 

 

Estão a decorrer eleições presidenciais no Peru, eram cinco candidatos à partida, haverá segunda volta. De um lado Ollanta Humala, candidato apoiado por uma vasta coligação de esquerda que envolve o Partido Nacionalista Peruano, Partido Socialista, Partido Comunista Peruano, Partido Socialista Revolucionário, Movimento Político Voz Socialista, Movimento Político Lima Para Todos, dirigentes populares de diversas organizações sociais, assim como mulheres e homens independentes e várias organizações do movimento indígena.

 

Do outro Keiko Fujimori, filha e herdeira política do ex-ditador Alberto Fujimori que se encontra na choldra por corrupção, enriquecimento ilícito, evasão fiscal e genocídio.

 

Alertei para estas eleições e em particular para estes dois candidatos há cerca de dois anos. Na altura, entre outras coisas, escrevi isto:

 

"Ora aí está, filha de peixe sabe nadar. Keiko Sofia Fujimori, filha do ex-governante do Peru Alberto Fujimori, há pouco tempo julgado e conde-nado, como aqui dei conta, já afirmou publicamente que se for eleita presidente nas eleições de 2011 de imediato indultará o pai.

Há quem considere o indulto tão improvável como impossível e subestime esta declaração, mas tem muitas pernas para andar, primeiro porque Keiko Fujimori, que actualmente ocupa o cargo de congressista, reúne à sua volta apoios que não devem ser desvalorizados, segundo porque se olharmos para os exemplos que dominaram durante décadas aquela região da América Latina, constataremos que a lei Anti-sequestros do ano 2006 e que impede o indulto será por certo aquilo que menos apoquentará a já anunciada candidata. O aviso está feito."

 

Mais tarde já em de Janeiro deste ano voltei ao tema das eleições dando conta do perfil de Ollanta Humala e alertando: "O Peru está a três meses de eleger um novo presidente, só que desta vez as coisas podem ser diferentes."

 

E não é que estão mesmo a ser diferentes? Oh se estão, que o diga Vargas Llosa, o Nobel, que ainda há duas semanas qualificava Ollanta de cancro, ele que idolatrava Friedrich Von Hayek, economista ultraconservador conselheiro de Pinochet no Chile que preconizava que buscar a justiça social é uma atitude que vem das tribos ou das hordas, afirma agora que vai votar nele "sem alegria e com muitos temores", basica-mente para evitar a vitória de Keiko Fujimori, filha do ex-presidente Alberto Fujimori. Aqui confesso que me enganei porque não tinha bem a noção da dimensão do ódio pessoal entre ambos. Vargas Llosa nunca conseguiu ultrapassar a derrota frente a Fujimori nas eleições presiden-ciais de 1990, velhos rancores...

 

Serão eleições difíceis para Ollanta, porque para lá do "episódico Vargas" contará com a forte oposição de direita, de extrema-direita e da hostilidade da comunicação social que sempre o fustigou.

 

No entanto Ollanta e a sua coligação "Gana Peru" devem ter aprendido algo mais durante este tempo e o povo peruano pode não estar disposto a que se abram as celas para que os ladrões, assassinos e torturadores saiam à rua novamente.

 

Ao resultado das sondagens que dão actualmente 42% a Ollanta e 36% a Keiko reagiu a "entourage" de Keiko com o despedimento de dois jornalistas de um canal de televisão por cabo propriedade do grupo Editorial "El Comercio", o mais importante do Peru, por não apoiarem activamente a sua candidata.

 

Patricia Montero, editora-chefe do Canal N (canal de notícias) e José Jara, responsável pelo noticiário “De 6 a 9", foram os primeiros a sentir a pressão dos donos do grupo editorial que já deu frutos porque são já vários os jornalistas que "sentiram necessidade" de vir a público dizer que não apoiam Ollanta, que com ele será o caos.

 

E a procissão ainda vai no adro, a segunda volta é só a 5 de Junho...

publicado por salvoconduto às 00:07
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Domingo, 24 de Abril de 2011

Sempre!

 

 

 

publicado por salvoconduto às 01:31
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Sábado, 23 de Abril de 2011

Só ao diabo lembra

 

 

A tolerância de ponto concedida pelo governo serviu-lhes uma vez mais para desancarem nos funcionários públicos, aproveitam igualmente o vento de feição e anunciam que vão abrir os hipermercados no 1º. de Maio, dia do trabalhador.

 

Não se julgue que é por causa da crise, apenas um ajuste de contas com a história, a tentativa de colocar os ponteiros do relógio a andar em sen-tido inverso. Aproveitem miseráveis...

publicado por salvoconduto às 02:22
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Quinta-feira, 21 de Abril de 2011

Endoidou de vez

 

 

Quando li nos últimos dias que Otelo Saraiva de Carvalho afirmara que se soubesse que o país estaria assim não teria feito o 25 de Abril, não liguei, acompanhei de perto a revolução, conheci cedo a sua esquizofrenia, no entanto não deixo de assinalar que presunção e água benta, cada qual toma a que quer.

 

Otelo reincide na procura de atenção mediática, não hesitando em afirmar que "precisávamos de um homem com a inteligência e a honestidade do ponto de vista de Salazar” e que a sua prisão, no âmbito do processo FP-25, fora urdida pelo PCP.

 

Não posso deixar de desejar a Otelo um rápido restabelecimento mas caso as suas "preocupações" persistam sempre lhe lembro que há por aí novas e polivalentes clínicas de recuperação, seja de traumas seja drogas duras, como a naftalina.

publicado por salvoconduto às 16:56
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Quarta-feira, 20 de Abril de 2011

Difícil dar a cara?

 

 

Já não é a primeira vez que recebo por e-mail um comunicado de um autodenominado Movimento Bancários de Portugal, ao que parece até à data emitiram cinco, não seja por isso, a minha caixa de correio está aberta. O que me encanita é o facto de os remetentes se esconderem por trás dessa sigla incapazes de dizer quem são, porque ao que vêm já eu percebi.

 

É aquele tipo de gente que convivendo há décadas com o sindicalismo caduco protagonizado pelos três "sindicatos dos bancários", sob um chapéu-de-chuva que leva o nome de UGT, é no entanto incapaz de dar o passo para criar o seu próprio sindicato ou aderir aos que se formaram como alternativa. Nem lá vou nem faço minga. Arengam, arengam, nada mais do que isso.

 

Iniciaram as suas actividades há alguns anos atrás sob a mesma sigla ainda que amputada e confinada só ao norte, Movimento Bancários do Norte, era assim que se chamava. Cansaram-se de coçar o cu pelas cadeiras, predicando o futuro dos bancários, para amanhã que ontem era tarde, cansaram-se igualmente do silêncio que obtinham às suas prédicas.

 

Uns desistiram pelo caminho, outros afirmam que talvez alguém os ouça se alargarem o "âmbito" ao resto do país, mas incapazes de romper de vez, mas sempre, então como agora, a considerarem-se gente diferente, os puros, aquela gente permanentemente certa do exclusivo da verdade, um dom que é suposto já ter nascido com eles.

 

Perante situações concretas que os bancários, os da CGD principalmente, atravessam, não questionam o papel dos sindicatos em que se albergam, falhos de ideias voltam-se para a Comissão de Trabalhadores da Caixa Geral de Depósitos, disfarçando ao mesmo tempo a sua total ausência de perspectivas ou alternativas, não hesitam por isso em recorrer ao ataque rasteirinho, que não assenta mesmo nada bem em gente tão "impoluta".

 

Não sei se é verdade ou não que haja um membro da Comissão de Trabalhadores, eleita pela tendência sindical socialista, que tem um carro distribuído pelo Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas, sei isso sim que lhes fica mal, mas mesmo mal, pretenderem envolver aquela Comissão naquilo em que eles próprios são coniventes. É que se aquela notícia é verdadeira eles mesmos só teriam dois caminhos, interrogar a Direcção do seu sindicato e caso não fosse corrigida, batiam com a porta, costuma dizer-se que quem não se sente não é filho de boa gente e já agora, acrescento eu, só mama quem pode ou a quem deixam.

 

O que leva estas alminhas a conviver com tais situações e depois pretenderem publicamente mostrarem-se "ofendidos"?

 

Há cerca de uma década bati com a porta e ajudei a construir um novo Sindicato, olhei para trás, supostamente os mesmos que agora leio, envergonhados, preferiram ficar. Fizeram deles gato e sapato, agora escodem-se atrás de uma sigla e de uma página anónima no Facebook, apanharam-lhe os tiques, é tarde para reconhecerem que as alternativas já estão no terreno há alguns anos. Triste fado o seu...

 

Para os mais distraídos, just in case, para além do "nickname", que gosto de utilizar, o meu nome consta no blogue, basta aceder ao link "ver perfil", vá lá, não custa nada, evitam as bocas desnecessárias e sempre se liga a bota com a perdigota.

 

Nota: Uma parte dos visitantes deste blogue não entenderá totalmente esta prosa, desde já peço desculpa, mas leva destinatário certo.

publicado por salvoconduto às 00:53
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Terça-feira, 19 de Abril de 2011

Estamos safos?

 

 

Andava eu para aqui preocupado com o rumo que o país leva, com a facada do IRS, a deitar contas à vida, corto aqui, corto ali e afinal a solução para estas preocupações foi-me servida através do jornal JN que a cara-metade fez questão de me lembrar que ainda não tinha lido.

 

Pego nele, folheio-o e eis que de repente à décima página tudo se tornou claro, afinal as coisas são simples nós é que por vezes as complicamos, luz ao fundo do túnel, Carlos Abreu Amorim.

 

Interroga-me ele "o que leva um professor em duas universidades, escre-vendo regularmente em três publicações de prestígio, comentando o estado do país na televisão, aceitar um convite para ser candidato a deputado (pelo PSD) nas próximas legislativas"?

 

Vaidade?! Foi única coisa que me veio à cabeça perante tão difícil pergunta. Qual quê, que nada! Porque Portugal nunca esteve tão doente, desde que Carlos Abreu Amorim se fez homem, ele assim o diz.

 

Daí ter aceitado o fardo de ser cabeça de lista por Viana do Castelo, se propor salvá-lo desta encruzilhada e levá-lo a bom caminho. Respirei de alívio.

 

Mas faltava-me um parágrafo, o último, onde Carlos Alberto Amorim deixa claro que "será fiel a si próprio na defesa dos que o elegerem". Aqui é que a porca torceu o rabo e lá me voltou o raio da preocupação.

 

Como se não bastasse conhecê-lo de ginjeira é certo e sabido que não será por mim que será eleito e que raio, já basta Fernando Nobre a querer transformar o Parlamento numa feira de vaidades.

 

Lá volto eu às contas outra vez...

publicado por salvoconduto às 00:13
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