De vento em popa essa tal de "alternativa democrática" a fazer fé nas figurinhas que elege para divulgar a "mensagem" e desbravar o terreno até ao congresso.
Afirma ele que a República Portuguesa é uma "meia-democracia" já que "todos podemos votar, de vez em quando, mas num universo de 500 pessoas que, por sua vez, foram escolhidas por apenas cinco, que só uma minoria mastigada pelos aparelhos partidários e vetada pelo senhor feudal que manda no partido pode aspirar a ser eleita", ele lá sabe por onde tem andado, ao senhor feudal a quem serviu para ser eleito e a quem serve no momento com a aspiração de ser eleito de novo, a pasta é que não não larga, o cheque entra na conta bancária certinho e direitinho todos os meses, mas arrisca-se a ficar tortinho com tamanho contorcionismo, que se cuide ou não haverá indireita que lhe valha.
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