18 comentários:
De Ana Camarra a 24 de Setembro de 2008 às 00:36
Fantástico.
Como será que essa criança de 12 anos irá encarar essa criança que lhe vai romper as entranhas, podendo por em risco a sua sanidade mental, a sua capacidade reprodutora, porque a sua vida sexual já está comprmetida depois de uma experiência dessas.
Será que o Juiz está disposto a pagar a
terapia ou adoptar o fruto desse abuso sexual.

beijos
De Ester a 24 de Setembro de 2008 às 01:01
Antes de ser mãe fui filha, como pode uma criança de 12 anos decidir um acto como este que a condicionará para toda a vida, e não digo marcará porque marcada já ela está?

De Suzette a 24 de Setembro de 2008 às 02:29
Pela pesquisa que fectuei na internet, convém adicionar que a criança em causa só fez essa declaração depois de encerrada 21 dias num hospital à ordem desse juiz e que durante esse tempo foi visitada por um movimento pró-vida que lhe levaram fotografias de fetos abortados inculpando-a pela morte de um inocente.
Cinicamente o juiz argumentou que o internamento hospitalar era o melhor recurso para isolar a criança do violador.
De maria a 24 de Setembro de 2008 às 02:37
Isto causa-me um profundo nojo.
Do princípio ao fiim, e ao final...
De Lúcia a 24 de Setembro de 2008 às 03:46
Bom - a história impressionou-me, mas depois de ler a Suztte - estou arrepiada. Literalmente. Se assim é, coitada desta menina. Não bastou ter sido violada. Agora ainda a violam doutra maneira. Que vergonha! Que vontade de abraçar esta criança...
De Pedro Oliveira a 24 de Setembro de 2008 às 12:17
Inqualificável.
Este Juíz devia ser obrigado a pagar todas as despesas com esta criança até à sua idade adulta.Desde quando uma menina de 12 anos pode saber o que é ser mãe, ainda por cima resultado de uma violação?
De Justine a 24 de Setembro de 2008 às 12:20
Revoltante, a decisão do juíz! Uma criança de 12 anos, violada e é essa a sentença????
Mal vai este mundo, de facto
De Ferreira.Pinto a 24 de Setembro de 2008 às 14:48
O artigo do Código Penal é claro; presumo que no ordenamento jurídico argentino também a questão do poder paternal e da sua efecttiva tutela o seja e porque não tenho razões para duvidar do que aqui foi acrescentado por leitora anterior, penso que a decisão seria relativamente fácil (se é que nestes assuntos existem decisões fáceis).
De Carol a 24 de Setembro de 2008 às 15:10
No mínimo, revoltante!

De patti a 24 de Setembro de 2008 às 22:01
Com 12 anos? Aborto. Obviamente. E votei contra a lei no meu país.

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