De
maria a 3 de Dezembro de 2009 às 00:34
A tua ironia do dia 10 fez-me sorrir. Nobel não merece ser assim tratado...
Espero, sentada, para ver: Obama não vai mudar em nada a política externa dos EUA.
Beijo
De
Samuel a 3 de Dezembro de 2009 às 00:46
Não foi combinado... faz não faz mal que pareça!
É preciso não deixar de se falar nisto. Cada par de olhos que se abre e vê, é um passo em frente.
Abraço.
De
cbo a 3 de Dezembro de 2009 às 01:09
Excelente e oportuna esta comparação, Salvo. E gostei da ironia do dia 10. O Prémio Nobel da Paz da esperança, ameaça converter-se num pesadelo.
De Mauro a 3 de Dezembro de 2009 às 01:11
Foram ao Iraque sob falsos pretextos e depuseram um ditador. Foram ao Afeganistão igualmente sob falsos pretextos e colocaram no poder outro ditador...
De Pata Negra a 3 de Dezembro de 2009 às 16:29
Será que o dinheiro do prémio nobel chega para pagar este reforço de tropas??
Um abraço moblizado
Sempre atento e ainda bem.Diferenças? nenhumas, ele é o líder dos EUA.
De
Dylan a 3 de Dezembro de 2009 às 22:49
Penso que está a confundir as coisas. Os EUA pertencem a uma coligação internacional mandatada para intervir no Afeganistão. Não foram os EUA que tomaram a iniciativa de invadir o território afegão.
Michael Moore não é propriamente uma fonte muito fidedigna...
Ou não está a ler bem o post ou também eu lhe digo que que está a confundir as coisas. A decisão do envio dos 30.000 homens é da exclusiva responsabilidade de Obama.
Já agora, para uma guerra ou invasão ser justa basta ter o beneplácito da ONU?
Pode garantir-me que que Michael Moore não é uma fonte fidedigana, mas olhe que as frases são. Se fizer muita questão envio-lhe os links da CNN ou da FoxNews.
Seja bem vindo.
De
o puma a 3 de Dezembro de 2009 às 23:34
Para quem acreditou em Obama
chefe d um sistema opressor
a vida esclarece que não exitem homens providenciais
O nobel da paz - tem mãos de sangue
De Bluevelvet a 4 de Dezembro de 2009 às 22:06
Infelizmente os Estados Unidos serão sempre os Estados Unidos, não importa quem esteja à frente dos destinos da Nação.
Noutros tempos, este conflito pareceria exótico e longínquo. Mas, segundo a nova " teoria dos dominós", o controlo da àrea pelos talibãs levaria à queda da àsia Central e a um< novo 11 de Setembro global. Ou à necessidade de selar o Estado falhado, rodeando- de um cordão cirúrgico. ( A frase não é minha, mas interrogo-me sobre a veracidade da mesma.
Abreijinhos
Comentar post