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Salvo-conduto

A erva daninha cresce todos os dias

A erva daninha cresce todos os dias

Salvo-conduto

04
Mar12

Gente fina é outra coisa

salvoconduto

 

 

No banco do Estado onde cortaram nos salários dos trabalhadores há quem faça questão de gozar com a cara das vítimas, recorde-se que o dinheiro sacado àqueles trabalhadores não vai para o Orçamento do Estado mas sim para os cofres do próprio banco. Na cara deles e da minha que sempre que ali há um corte apanho por tabela.

 

Rodolfo Lavrador, administrador executivo, assim se chama a figurinha que se negou a viajar pela TAP para Moçambique ao serviço do banco e preferiu os serviços de primeira classe da Air France, já que viajar na TAP em classe executiva, norma da Caixa, é demasiado proleta. O Caso já seria suficientemente grave por preterir a empresa aérea nacional num tempo em aquela conta os cêntimos todos, grave ainda quando a própria Caixa que lhe pagou a viagem atravessa igualmente um mau momento, do país já nem falo, é que a viagem custou 9.955€ enquanto na TAP em executiva teria custado 3.500€, rico exemplo.

 

Se o dinheiro dos cortes não vai para o Orçamento e fica nos cofres da Caixa é caso para dizer que os trabalhadores andam a sustentar esta mania das grandezas deste seu administrador, com 47 anos e uma escola muito grande.

 

E descarregam vocês em quem anda a roubar sinos das igrejas, vai lá vai...

03
Mar12

Ataques de pânico

salvoconduto

 

 

Só mesmo uma estranha figura como a de Vítor Gaspar se pode surpreender com a diminuição das receitas fiscais, nomeadamente as do IRS e da Segurança Social, que em Janeiro tiveram uma quebra de 6,1% relativamente ao mesmo mês do ano passado. Vítor Gaspar diz-se apostado em inventar a roda, coitado não se dá conta que ela gira há milénios e sempre para o mesmo lado, parece um alquimista que pôs de lado a ideia do ouro e depois de entregar a farinha e os ovos aos banqueiras da senhora Merkel imagina-se a distribuir omeletas.

 

Assobia para o lado quando lhe apontam uma taxa de desemprego recorde de 14,8%, perde a compostura, diariamente ensaiada frente ao espelho antes de sair de casa, e envolve-se numa luta corpo a corpo com o seu homólogo da economia pela gestão de alguns milhões de fundos comunitários, com o ar benevolente do primeiro-ministro. É a síndrome do pânico a instalar-se no governo, a coisa começa devagar mas torna-se feia se não for tratada a tempo. Não me admiraria mesmo nada se fossem nomeados mais uns quantos "especialistas", psicólogos não, já há lá muitos e não dão contam do recado, tudo aponta para que os psiquiatras sejam a próxima tranche. Garanto que uma dúzia de camisas de força resolvia o problema num instante.

 

01
Mar12

Até onde vai o Seguro?

salvoconduto

 

 

O Tó Zé é um poço sem fundo, este homem fervilha de ideias, depois de se ter lembrado da abstenção violenta desarrancou mais uma, a austeridade inteligente.

 

Começa por deixar claro que “não pode haver duas prioridades para consolidar as contas públicas. Ou há uma - a da austeridade -, ou há outra - a do crescimento económico”, para logo de seguida propor uma terceira a "austeridade inteligente". Ah valente, assim mesmo, peremptório, ou uma ou outra, ou austeridade ou crescimento económico, por isso mesmo opta pela terceira...

 

Espeta o dedo e reclama que “se passe das palavras aos actos”, assim tal e qual, com tanto engenho e arte se vai na lei da morte acomodando. Conhecera Camões tamanho barão e não haveria cantos que chegasse para cantar e espalhar tais saídas valorosas. Este não engana ninguém, nem sequer o próprio partido e dispensa a prova do algodão...

 

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