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Salvo-conduto

A erva daninha cresce todos os dias

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Salvo-conduto

08
Ago11

Fidalgo com aspiração a monarca

salvoconduto

 

É hábito que arrasto há muito, ler a prosa dos outros onde quer que ela se publique. Já aqui dei conta de algumas das suas pérolas, agora são "diamantes". Convidados a frequentar os palácios da realeza de São Bento passaram a considerar-se um blogue de culto. Bem vistas as coisas foi dali que saiu uma fornada que agora passeia garbosamente nos corredores dos ministérios. Não deixam seu créditos por mãos alheias, autopromovem-se com dose exagerada de petulância. Cesse tudo o que a Musa antiga canta, que outro valor mais alto se levanta. Albergue Espanhol, não poderia estar a falar de outra coisa, o "Abrupto" há muito desceu de divisão.


João Gomes de Almeida, assim se chama o fidalgo daquele blogue que a propósito de um post de Vítor Dias no "Tempo das Cerejas" acaba de sentenciar que  "a nossa Constituição é realmente longa, enfadonha e absolutamente desactualizada - para além de ter um pendor ideológico socialista, desenquadrado da realidade e que contém uma limitação grave à liberdade do povo português: a impossibilidade dos eleitores, através de um referendo, escolherem livremente a forma de chefia de estado que preferem para o seu país", para mais à frente acrescentar:

"Como esse contexto histórico já passou, acho que a CRP deveria ser revista, indo de encontro ao Portugal moderno e capitalista onde nós  vivemos." assim continua o autor para logo rematar que "o facto das outras constituições, de outros países, terem um pendor ideológico e programático, não é justificação para a nossa continuar a ter estas duas características. Até porque as ideologias mudaram, pelo menos em todos os outros partidos que não o do Vítor Dias."


João Gomes de Almeida faz-me lembrar aqueles frutos que em dia de vendaval caem no chão recobertos pela lama da tormenta, quando menos se espera ressurgem e reclamam o seu lugar perto da árvore que outrora os protegeu. Não percebem pobres coitados que se ninguém lhes deitar a mão acabarão por apodrecer, quer eles queiram ou não.

 

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