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Salvo-conduto

A erva daninha cresce todos os dias

A erva daninha cresce todos os dias

Salvo-conduto

06
Jun13

Longe vão os dias de glória

salvoconduto

 

 

Não havia palco para onde não fosse convidado, António Saraiva, o presidente da CIP, adorado e bajulado, era dado como exemplo ao país do verdadeiro sindicalista, o único a atingir a perfeição, só ao alcance dos eleitos, ao transformar-se em patrão dos patrões, até que um dia começou a "mijar fora do penico", alguma das vezes em pleno "templo sagrado", a sede da concertação social, coisas da próstata ainda argumentavam alguns, heresia acusavam logo outros, não lhe perdoam a fraqueza e há já quem o queira ver amarrado ao pelourinho, hesitam apenas entre a fogueira ou a degola.

 

O seu momento supremo foi quando fez parar o país, de taça de champanhe numa mão osculava João Proença ao mesmo tempo que lançava um olhar carregado de cumplicidades ao ministro Álvaro Pereira que inebriado bebia directamente pela garrafa. Mas as cumplicidades desfazem-se a cadaa dia que passa. Se com alguma dificuldade consegue entrar na sala da concertação social não tarda em ver os ministros voltarem-lhe ostensivamente as costas, deixou de ser um par entre os pares. A maior desfeita faz-lha Camilo Lourenço, também tu bruto? Camilo que outrora o idolatrara é quem mais fundo lhe crava a faca nas costas. Utilizando a pena no espaço que alguns afortunados ainda compram, não só desanca como incentiva a que outros igualmente desanquem, a heresia tem que ser castigada, uma vez feito patrão não há caminho de regresso e António Saraiva tinha obrigação de o saber, ou não fosse assim na loja maçónica que dirige. Com o ministro de costas voltadas, aposentado que foi João Proença, António Saraiva sente-se só, terrivelmente só, será que ainda lhe resta algum jogo de cintura? Os tempos mais próximos por certo o esclarecerão, pago para ver.

 

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